Betty Faria fala sobre gostar de fumar maconha, sobre sua demissão da emissora e culpa Globo por sua doença
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"Eu tenho uma doença que não tem cura, que é artrite reumatoide, autoimune. Mas que sacanagem o corpo fez. Se é autoimune, o corpo fez. Se o corpo fez, como é que não desfaz? Ainda não descobriram. Quanto a causa, eu não sou médica, mas acho que uma doença como esta, onde o corpo que a produz, é porque houve uma tristeza muito grande que ficou ali guardada. E quando eu tive o meu contrato finalizado com a Globo em 2001, depois de 30 anos de casa, eu fiquei muito abalada. Nunca comentei com ninguém. Não queria que as pessoas soubessem. Acredito que uma coisa está relacionada com a outra, até porque, tristeza afeta a saúde e afetou a minha", disse ela.
Consumo de maconha e amigos mortos
Em outro momento da conversa, Betty falou sobre o uso de maconha. "Eu gosto de maconha, acho que não tem efeito nenhum. É uma mentira dizer que mexe com memória, porque eu fumei muita maconha e nunca tive problema de memória. Minhas colegas que tomam remédio para dormir, na hora de gravar, não sabem o texto".
Betty ainda se emocionou ao lembrar de amigos como José Wilker e Claudio Marzo, que já faleceram. Pensei muita coisa hoje tomando banho, sobre os amigos que perdi nos últimos dois anos. E a morte é uma porrada no ego. Nos dois últimos anos eu perdi os meus melhores amigos. Ninguém mais fala do Wilker. E Claudio Marzo, avô da minha neta querida mais velha, meu amigo de vida toda? E Hugo Carvana? E Roberto Talma? As pessoas não falam mais", desabafou.
(Por Carmen Lúcia )

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